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Educar com amor é saber dizer "não".

Enquanto educadores e pais devemos dar oportunidade às nossas crianças para o seu crescimento emocional .

A afetividade é a base sobre a qual se constrói o conhecimento racional.

A carência de afetividade impede que a criança cresça emocionalmente e pode gerar muitos problemas relacionados à sociabilização e dificuldades no aprendizado escolar.

As crianças que possuem um bom desenvolvimento emocional, são seguras, conseguem compreender melhor o que se passa a sua volta, apresentam interesse em conhecer o novo e um melhor desenvolvimento intelectual.

Segundo Rossini , "O desenvolvimento da afetividade pressupõe um trabalho baseado em três alicerces (ou pontos básicos): limites, mitos do cotidiano e ritmos."

Vamos nos deter mais na questão dos limites.

Desde que a criança é pequena faz-se necessário estabelecer limites, embora se trate de uma tarefa difícil, ela é mais complexa ainda na adolescência.

Na atualidade uma das maiores razões para a falta de limites seria provocada pela ausência constante dos pais, devido ao cumprimento de longas jornadas de trabalho. Com isto sentem-se culpados por esta lacuna provocada por esta ausência, e esta culpa leva-os a uma compreensão errônea e perigosa : a concessão exagerada.

É necessário compreender que não é o número de horas que se passa com o filho o mais importante, e sim a qualidade destes momentos.

É preciso demonstrar nesses momentos: afetividade, dedicação, atenção e principalmente limites, sem medos e sem culpas, mas com convicção, pois isto permitirá que as crianças alcancem um desenvolvimento saudável e equilibrado.

Rossini afirma que:

 "no pensamento da criança, a falta de limites é codificada com ausência de afeto, de amor.

Portanto vale a pena dizer à elas o que fazer e como fazer, mostrar os limites".

 

Trechos retirados do artigo publicado no site da 
Associação Brasileira de Psicopedagogia.
Autora : Rosley Sulek Buche Barros
Bibliografia: Rossini, Maria Augusta Sanches. Pedagogia afetiva.

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