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Como nos tornamos aquilo que somos?

“Temos sempre nossa parcela de contribuição naquilo de que padecemos.”

Essa frase de Freud nos leva a refletir sobre a questão do desenvolvimento moral de nossos filhos e o quanto estamos implicados nas ações e comportamento de nossas crianças.

Algumas crianças têm seus desejos atendidos pela família, como se fossem ordens. Não se pode ao menos questionar, simplesmente cumprir.

Vejam que digo: família, pois hoje a criança é educada por várias pessoas, não necessariamente o Pai e a Mãe. Está ocorrendo em nossa sociedade a terceirização das funções da família. Porém não será este o foco da nossa reflexão neste momento.

O texto do “reizinho tirano” nos mostra de uma forma bastante simples a conseqüência da falta de limites.

Percebemos desde o nascimento da criança diferentes traços de personalidade.

Esses traços, quando devidamente trabalhados, serão o terreno fértil para o desenvolvimento de um ser humano centrado nos princípios ético-morais, uma vez que cabe à família a tarefa de educar e, como um jardineiro amoroso, podar os excessos, rearticular as carências e semear as virtudes.

Todo ato da criança ou do jovem deve ser refletido com eles para que se apropriem do verdadeiro significado de sua ação e, se necessário, se proceda a modificação. Quando seus educadores (família e escola) oferecem a eles uma situação pronta e sem a possibilidade de ser compreendida e/ou modificada, terão como resultado seres sem consciência de seus atos e sem moral autônoma.

Família e educadores, é necessário que lancem um olhar para seus filhos, percebam em que direção a vontade deles está se dirigindo e interfiram a tempo para poder ajudá-los a atingir objetivos nobres e torna-se um ser ético e moral.

Vale a pena passar a todos a definição de senso moral: é a faculdade/princípio que existe em estado rudimentar e latente em cada indivíduo, e que ao passar pelas experiências da vida, dependendo de circunstâncias favoráveis ou não, se desenvolve ou continua adormecido.

Ética e moral se ensina, melhor ainda, se mostra aos nossos pequenos ou jovens através de nossas próprias ações.

Fontes : Mente e cérebro

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